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terça-feira, 4 de maio de 2010

Eu te proponho


Eu te proponho
Deixarmos de lado a saudade
As rusgas, desavenças, ranhuras
Abandonar de nosso poema as rasuras
Desfazer o contrato com o recato
Te proponho tua entrega em meus braços

Eu te ofereço
A louca promessa de um encontro
E mais que sonhar, mergulhar em abraços
Passar a madrugada a suspirar em meu regaço
Camuflar nossa enganosa inocência
Desejar a presente incoerência
Esquecer do mundo que talvez ainda gire, obtuso
Te ofereço a cumplicidade do abuso

Eu te proponho
A confusão de corpos incertos
A louca alquimia de nossos desertos
As mãos transpondo os limites da seda
Revelando pele, alma e fraqueza
Com a sede que só os amantes buscam
Entre lençóis derramar nosso querer encoberto
A precisão latente de nossas entranhas
Que se confundem num atropelo tão certo

Eu te proponho
Deixar o luar entrar, a solidão sair
A paz aflorar depois do desejo saciar
E pela manhã, te proponho ficar
Nossos hálitos de novo misturar
Novamente sugar meus contornos
Combinar com o dia um suborno
Obedecendo do Destino o caminho
Te proponho não ficar um minuto mais...
...sozinho.


Minha contribuição para a Fábrica de Letras .
Nesse mes de maio o mote foi Paixão.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Nossa Paixão

Quero me envolver em teus apelos
Nessa paixão que por completo me domina
Me enrolar, me instalar nesses teus pêlos
Deixar levar, sem ter poréns ou ter porquês
Vivenciar cada segundo é minha sina
E embalar teus doces sonhos, minha doutrina

Beijo teus olhos, mergulho na pele alva
Mate essa fome que me afoga, sem ressalva
Depois suspirar em teu peito
Sentindo teu jeito
De enganar os meus sentidos

Meu paladar ouve tua voz
Em tal sandice sucumbo atroz
O teu toque meu cheiro seduz
Dando à sombra toda paz e toda luz
Ouço na pele, teu acariciar
Respiro teu gosto tão doce de amar

Entre os lençóis sou tua
Em mi bemóis cantas a lua
Sem ter a certeza de ser, ser nada
Minha sede de prazer, em tua boca saciada
No atropelo de amar por toda madrugada

E num repente, num susto, talvez
Recomeçar toda loucura outra vez

terça-feira, 27 de abril de 2010

Insensato Amor


Abri a janela do bem querer

Senti a lufada de ar, um imenso prazer

Coração, diga sim, já pedi com fervor

Deixa entrar nesse peito a ternura do amor


Sorriste, e o mundo sorriu comigo

E a cada minuto, aumenta a vontade de estar contigo

Sei que tudo ao redor nos impede

Mas não me iludo, antevejo a paz que sucede

Preenchendo o vazio de esperança

E entre nós constrói sutil aliança


Ah, quanta insensatez há nesse sentimento

Que angustia e assombra pela intensidade

Nada quero, nada peço, é verdade

Mas cada dia que passo sem ti, eu lamento


Esqueço da hora, do tempo que passa

Emoção transparente, que toca e deixa saudade

Entra correndo, paixão, e com seu jeito de loucura ameaça

Me envolve, me corrompe e feliz, me abraça.


terça-feira, 16 de março de 2010

Diga meu nome

Diga meu nome
Como se de sua boca brotassem sonhos
Sopre suave, deixe de entraves
Solta a voz sem pudor
Me chame de amor

Aspire meu perfume
Entre mil outros odores galantes
Esqueça de nós todas as variantes
Inebrie-se, deixe-se levar sem sentir
Me puxe para ti

Procure minhas mãos
Abertas sempre estarão
Como flores saídas em botão
Toca a pele, desfaleça em torpor
Me ame com ardor

No breu da noite diga meu nome
Como se fosse a primeira vez
Não deixe a saudade se perder
Revolva a loucura, não deixe para depois
E quem sabe voltaremos a ser
Novamente nós dois

Apenas diga meu nome.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Despedida anunciada


Por ti
Dei voz ao coração
Dormi acordada ao vento
E sem querer esqueci do tempo

Depois
De todo teu desprendimento
Do cansaço de sentir tão fundo esse lamento
Apesar do tanto que chorei
Te esperei

Entre o desejo de ter-te - amor gigante
E a razão a me chamar a todo instante
A desordem que causaste
Foi mais que golpe, foi da alma desastre
E mesmo assim, te amei.
Te amei com tal loucura que nem mesmo sei
Construindo castelos no ar
Para lá viver a ilusão a me enganar

Traz, amor
A transparencia do sentimento que procuro
A ternura da voz que inda ouço no escuro
Espanta a tristeza que insiste em morar cá dentro
Mergulha teus dedos na foz de meus cabelos
Me cubra com o manto , meu extase, meu zêlo

Mata, amor
A saudade que já nem cabe em mim
Faz de conta que por hoje ainda me queres
Sorria nem que seja pela última vez
Disfarça e não nota que o laço desfez
Deixa-me pensar que ainda existe o nós
E que estamos a sós...

E depois
De mostrar a morada da felicidade
Faça de mim, morte silenciada.
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terça-feira, 4 de maio de 2010

Eu te proponho


Eu te proponho
Deixarmos de lado a saudade
As rusgas, desavenças, ranhuras
Abandonar de nosso poema as rasuras
Desfazer o contrato com o recato
Te proponho tua entrega em meus braços

Eu te ofereço
A louca promessa de um encontro
E mais que sonhar, mergulhar em abraços
Passar a madrugada a suspirar em meu regaço
Camuflar nossa enganosa inocência
Desejar a presente incoerência
Esquecer do mundo que talvez ainda gire, obtuso
Te ofereço a cumplicidade do abuso

Eu te proponho
A confusão de corpos incertos
A louca alquimia de nossos desertos
As mãos transpondo os limites da seda
Revelando pele, alma e fraqueza
Com a sede que só os amantes buscam
Entre lençóis derramar nosso querer encoberto
A precisão latente de nossas entranhas
Que se confundem num atropelo tão certo

Eu te proponho
Deixar o luar entrar, a solidão sair
A paz aflorar depois do desejo saciar
E pela manhã, te proponho ficar
Nossos hálitos de novo misturar
Novamente sugar meus contornos
Combinar com o dia um suborno
Obedecendo do Destino o caminho
Te proponho não ficar um minuto mais...
...sozinho.


Minha contribuição para a Fábrica de Letras .
Nesse mes de maio o mote foi Paixão.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Nossa Paixão

Quero me envolver em teus apelos
Nessa paixão que por completo me domina
Me enrolar, me instalar nesses teus pêlos
Deixar levar, sem ter poréns ou ter porquês
Vivenciar cada segundo é minha sina
E embalar teus doces sonhos, minha doutrina

Beijo teus olhos, mergulho na pele alva
Mate essa fome que me afoga, sem ressalva
Depois suspirar em teu peito
Sentindo teu jeito
De enganar os meus sentidos

Meu paladar ouve tua voz
Em tal sandice sucumbo atroz
O teu toque meu cheiro seduz
Dando à sombra toda paz e toda luz
Ouço na pele, teu acariciar
Respiro teu gosto tão doce de amar

Entre os lençóis sou tua
Em mi bemóis cantas a lua
Sem ter a certeza de ser, ser nada
Minha sede de prazer, em tua boca saciada
No atropelo de amar por toda madrugada

E num repente, num susto, talvez
Recomeçar toda loucura outra vez

terça-feira, 27 de abril de 2010

Insensato Amor


Abri a janela do bem querer

Senti a lufada de ar, um imenso prazer

Coração, diga sim, já pedi com fervor

Deixa entrar nesse peito a ternura do amor


Sorriste, e o mundo sorriu comigo

E a cada minuto, aumenta a vontade de estar contigo

Sei que tudo ao redor nos impede

Mas não me iludo, antevejo a paz que sucede

Preenchendo o vazio de esperança

E entre nós constrói sutil aliança


Ah, quanta insensatez há nesse sentimento

Que angustia e assombra pela intensidade

Nada quero, nada peço, é verdade

Mas cada dia que passo sem ti, eu lamento


Esqueço da hora, do tempo que passa

Emoção transparente, que toca e deixa saudade

Entra correndo, paixão, e com seu jeito de loucura ameaça

Me envolve, me corrompe e feliz, me abraça.


terça-feira, 16 de março de 2010

Diga meu nome

Diga meu nome
Como se de sua boca brotassem sonhos
Sopre suave, deixe de entraves
Solta a voz sem pudor
Me chame de amor

Aspire meu perfume
Entre mil outros odores galantes
Esqueça de nós todas as variantes
Inebrie-se, deixe-se levar sem sentir
Me puxe para ti

Procure minhas mãos
Abertas sempre estarão
Como flores saídas em botão
Toca a pele, desfaleça em torpor
Me ame com ardor

No breu da noite diga meu nome
Como se fosse a primeira vez
Não deixe a saudade se perder
Revolva a loucura, não deixe para depois
E quem sabe voltaremos a ser
Novamente nós dois

Apenas diga meu nome.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Despedida anunciada


Por ti
Dei voz ao coração
Dormi acordada ao vento
E sem querer esqueci do tempo

Depois
De todo teu desprendimento
Do cansaço de sentir tão fundo esse lamento
Apesar do tanto que chorei
Te esperei

Entre o desejo de ter-te - amor gigante
E a razão a me chamar a todo instante
A desordem que causaste
Foi mais que golpe, foi da alma desastre
E mesmo assim, te amei.
Te amei com tal loucura que nem mesmo sei
Construindo castelos no ar
Para lá viver a ilusão a me enganar

Traz, amor
A transparencia do sentimento que procuro
A ternura da voz que inda ouço no escuro
Espanta a tristeza que insiste em morar cá dentro
Mergulha teus dedos na foz de meus cabelos
Me cubra com o manto , meu extase, meu zêlo

Mata, amor
A saudade que já nem cabe em mim
Faz de conta que por hoje ainda me queres
Sorria nem que seja pela última vez
Disfarça e não nota que o laço desfez
Deixa-me pensar que ainda existe o nós
E que estamos a sós...

E depois
De mostrar a morada da felicidade
Faça de mim, morte silenciada.