quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Chôro

 
nem sei do choro sem pausa
mas sei da dor que aqui causa
dobrando da loucura a razão
desdobrando da alma a desilusão
redobrando da lágrima o côro:
...
daí é que vem esse chôro.

deixei passar tanto tempo
tanta doçura largada ao vento
que hoje revejo o pó do nó
da vida que nunca quis só.

nem sei do choro sem pausa.
mas sei da dor que aqui causa
o sal vincando a face
sulcando o rio que nasce
do olho, essa mina, sem sina
 
deixei tanto pranto num canto
que hoje nem sei como danço
cantando da vida o detalhe:
o talhe que falta no peito
é chôro bem mais que perfeito
é promessa de nova canção
com letra, musica e tom
em novo diapasão 

3 comentários:

  1. Façamos de nossa vida uma extensão da noite de Natal,renascendo continuamente em amor e fraternidade. Natal, noite de alegria, canções, festejos, bonança.
    Que seu coração floresça em amor e esperança!

    ResponderExcluir
  2. Poetisa Ana


    Antes de ser acometido pela doidice,
    pela brandura da poesia,
    nos NATAIS: presenteava... coisas, jóias.
    Hoje... virei poeta, fui infetado pela loucura,
    envio presente pelo vento, através das ventanias,
    e são “esperanças”, e “ felicidades”.
    Abra a sua alma...
    esta brisa que chega... em silêncio estou docemente nela.

    abraços
    Ari Mota e sua alma

    ResponderExcluir
  3. Um sótão cheio de lembranças
    Escrevi no pó palavras sem nexo
    Retirei uma cartola de uma caixa de cartão
    E senti ao toque o poder da ilusão

    Ilusões…
    Um cavalo de pau perdido ao carrocel
    Uma estola de um bicho qualquer
    Uma escultura talhada a cisel

    Uma foto a preto e branco
    De uma mulher sem rosto
    Uma janela virada para nenhum lado
    Uma traquitana a imitar o sol-posto
    Terno abraço

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Deixe suas palavras aqui... (mas por favor, sem ctrl c ctrl v :D)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Chôro

 
nem sei do choro sem pausa
mas sei da dor que aqui causa
dobrando da loucura a razão
desdobrando da alma a desilusão
redobrando da lágrima o côro:
...
daí é que vem esse chôro.

deixei passar tanto tempo
tanta doçura largada ao vento
que hoje revejo o pó do nó
da vida que nunca quis só.

nem sei do choro sem pausa.
mas sei da dor que aqui causa
o sal vincando a face
sulcando o rio que nasce
do olho, essa mina, sem sina
 
deixei tanto pranto num canto
que hoje nem sei como danço
cantando da vida o detalhe:
o talhe que falta no peito
é chôro bem mais que perfeito
é promessa de nova canção
com letra, musica e tom
em novo diapasão 

3 comentários:

  1. Façamos de nossa vida uma extensão da noite de Natal,renascendo continuamente em amor e fraternidade. Natal, noite de alegria, canções, festejos, bonança.
    Que seu coração floresça em amor e esperança!

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  2. Poetisa Ana


    Antes de ser acometido pela doidice,
    pela brandura da poesia,
    nos NATAIS: presenteava... coisas, jóias.
    Hoje... virei poeta, fui infetado pela loucura,
    envio presente pelo vento, através das ventanias,
    e são “esperanças”, e “ felicidades”.
    Abra a sua alma...
    esta brisa que chega... em silêncio estou docemente nela.

    abraços
    Ari Mota e sua alma

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  3. Um sótão cheio de lembranças
    Escrevi no pó palavras sem nexo
    Retirei uma cartola de uma caixa de cartão
    E senti ao toque o poder da ilusão

    Ilusões…
    Um cavalo de pau perdido ao carrocel
    Uma estola de um bicho qualquer
    Uma escultura talhada a cisel

    Uma foto a preto e branco
    De uma mulher sem rosto
    Uma janela virada para nenhum lado
    Uma traquitana a imitar o sol-posto
    Terno abraço

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